Antes de partida clássica, Réver clama para o Flamengo se olvidar da crise vascaína

Reprodução/GaúchaZH

Réver tem enfrentado essa fase ruim do Vasco de forma mais assertiva, concentrado, ficando na sua e pedindo a outros que faça o mesmo.

Na partida clássica contra o time do Flamengo, no sábado, dia 15 de setembro, na cidade de Brasília, no horário das 19 horas, o Vasco adentra na temível e indesejada zona de rebaixamento do Brasileirão.

Até antes de ter jogado, a equipe cruz-maltina despencou para a 17ª posição por causa da vitória do time do Chapecoense na quinta-feira.

Durante uma entrevista coletiva concedida nesta sexta-feira, no chamado Ninho do Urubu, o zagueiro admitiu que a fase do Vasco não é boa, sobretudo com a vitória do Chapecoense nesta quinta, que pôs o adversário do Flamengo na 17ª posição. Simultaneamente, Réver solicita que o time carioca não fique se preocupando com isso.

“O momento do lado de lá pode não ser tão bom pelo resultado de ontem, mas não temos nada a ver com isso. Cada time tem a sua preocupação. Buscaremos a vitória a todo momento e não será diferente”, proferiu o defensor.

Réver ainda enxerga o Flamengo como sendo capaz de entrar com tudo na luta pelo título do Brasileirão. No momento atual, o Flamengo está em quarto lugar, apresentando 44 pontos, cinco a menos do que o líder do Campeonato, o Internacional e a 14 jogos do final.

“Jogo clássico não tem favorito. É metade para cada um, independentemente da situação. Clássico é um verdadeiro divisor de águas. Muitas pessoas já dizem que o Flamengo não briga por títulos e todos estão confusos com relação a esse assunto. Temos que melhorar, evoluir, e vamos buscar a vitória para alcançar o nosso objetivo”, emendou.

Saiba mais alguns trechinhos da entrevista concedida por ele.

Flamengo não é uma ameaça

“Em primeiro lugar, necessitamos ter um pouco mais de tranquilidade. Sobretudo para por o companheiro em condições mais favoráveis para a finalização. Temos gerado oportunidades, mas não algo tão evidente para fazer com que os atacantes sejam capazes de finalizar. Tem que lutar com o zagueiro, fica mais complicado para concluir em gol”.

Carência de gols

“Todo mundo está se cobrando em excesso em decorrência disso, principalmente o atacantes, que sobrevivem a base de gols. Em um momento ou outro, tudo isso vai descer por água abaixo. Não existe fase ruim que dure por uma eternidade. A maior cobrança é aquela que nós fazemos conosco. Esperamos que isso acabe o mais breve possível”.

Partida no Mané Garrincha

“Se eu disser que é bom (jogar em Brasília), eu estarei mentindo. Porém nas condições atuais que possuímos no Rio, é melhor jogar fora. No que se refere ao gramado, estará melhor. Óbvio que vai ser mais desgastante, a quantidade de jogos é absurda, todavia não podemos usar como desculpas. Temos que fazer tudo da melhor maneira possível”.

Semana para treinos

“Vai ser ótimo (ter a semana livre) mesmo que quiséssemos que tivesse o jogo no meio da semana (que seria da Libertadores). O Barbieri irá aproveitar para realizar alguns ajustes, uma vez que nos últimos meses não temos conseguido treinar tanto”.

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Graduada e Mestre em História. Faço parte da equipe de redação do portal TV É Brasil. Além de professora e historiadora, sou redatora web freelancer/autônoma. Uma verdadeira amante da cultura, arte e entretenimento.

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