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Internacional

Destaque na Ásia, Thiago Bezerra explica as diferenças de se jogar no oriente e no Brasil

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O atacante Thiago Bezerra vem sendo um dos grandes destaques do futebol asiático nos últimos anos. Ele já passou pelas ligas do Uzbequistão, Emirados Árabes e do Catar, onde está agora defendendo o Al Khor.

O brasileiro já teve passagens pelo futebol europeu. Chegou a jogar na Turquia e na Bélgica, além de ter feito parte da carreira pelo Brasil.

Por aqui, defendeu clubes como o Gama, Ituano e o CRB. Aos 32 anos, viveu um pouco de tudo no futebol, principalmente fora do país, onde passou a maior parte de sua carreira.

Em entrevista ao Rede Esportes, ele comentou sobre as diferenças de se jogar no Brasil e no ocidente, seja na Europa quanto na Ásia:

“A questão do Brasil e da Ásia é mais parecido. Tem mais espaço para jogar. Na Europa é mais pegado, mais tática seguida à risca. Tem tática aqui e na Ásia, mas na Europa segue mais. Na Europa tem mais segurança. Na Ásia tem poucos torcedores, então tem menos pressão.”

Bem nos clubes pelos quais passou, Thiago acredita que sempre conseguiu se adaptar muito bem aos diferentes países que esteve. O atleta explica em que sentidos a vida no Catar é melhor do que no Brasil:

“Eu sempre me adaptei muito bem a todos os países tanto na Europa quanto na Ásia. O Catar, para morar, tirando a questão de vida que tem um custo algo, é muito bom. Tem toda a estrutura de saúde, segurança, coisas que faltam no Brasil. Tem muitos brasileiros, nos reunimos aqui.”

Confira outros trechos da entrevista:

Expectativa do Catar para a Copa América

Eles estão tratando como uma preparação para a Copa do Mundo. Vão jogar contra a Argentina, vai ser um bom teste, eles estão empolgados.

Possibilidade de se naturalizar para defender outra seleção

Eu já tive convite para me naturalizar turco, mas nada oficializado. No Catar a maioria dos jogadores são naturalizados. Eu estou com 32 anos, é uma idade avançada. Eu estou tranquilo para esta naturalização. Se houvesse convite eu me naturalizaria para defender o Catar ou outro país.

Recuperação na temporada

Quando cheguei aqui, o time estava praticamente rebaixado. Foi uma missão digamos que impossível que tinhamos que tirar seis pontos em sete jogos e conseguimos. Foi muito bom. Chegamos no final, no último jogo e estavámos salvos. Terminamos quatro pontos na frente. Fizemos os jogos da nossa vida.

 

 

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Mohamed Nassif
Jornalista desde 2016. Formado na FIAM-FAAM. Contato: mohamed.nassif12@hotmail.com